segunda-feira, 31 de maio de 2010
Coritiba terá mudanças para manter bom retrospecto contra a Ponte
Curitiba, PR, 31 (AFI) – O Coritiba está embalado após a vitória na última rodada sobre o ASA fora de casa e espera manter o bom retrospecto diante da Ponte Preta nesta terça-feira, às 21 horas, na Arena Joinville, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.
sábado, 29 de maio de 2010
Rdrigo Mancha vira REFUGO.
Assim como Carlinhos Paraiba ja virara refugo do Sao Paulo, agora e a vez de outro "INGRATO DO CORITIBA" o Mancha é descartado, sendo assim ja sao varios jogadores onde a INCOMPETENCIA da diretoria em mnanter no Coritiba se transforman em refugo.
Presidente Prudente, SP, 27 (AFi) - A diretoria do Grêmio Prudente acertou mais um reforço para a sequência do Campeonato Brasileiro.
O volante Rodrigo Mancha, ex-Coritiba, foi cedido pelo Santos, por empréstimo, ao clube do interior paulista até o final do ano.
O meio-campista acabou perdendo espaço no elenco santista, sobretudo após a má atuação na partida de ida das semifinais da Copa do Brasil contra o Grêmio. Após duas falhas individuais, os santistas sofreram a virada e perderam, por 4 a 2, no Estádio Olímpico, pelo jogo de ida.
Sendo a principal culpada "A DIRETORIA DO CORITIBA" nao revela mas e possivel e provavel que alguem esta facilitando a saida de jogadores para que empresarios possam tirar jogadores com expressao no Coritiba para faturar dinheiro facil, gerando transferencia para clubes de Sao Paulo. onde o jogador chega e logo e descartado.
FONTE. http://www2.futebolinterior.com.br/news.php?id_news=129249
Presidente Prudente, SP, 27 (AFi) - A diretoria do Grêmio Prudente acertou mais um reforço para a sequência do Campeonato Brasileiro.
O volante Rodrigo Mancha, ex-Coritiba, foi cedido pelo Santos, por empréstimo, ao clube do interior paulista até o final do ano.
O meio-campista acabou perdendo espaço no elenco santista, sobretudo após a má atuação na partida de ida das semifinais da Copa do Brasil contra o Grêmio. Após duas falhas individuais, os santistas sofreram a virada e perderam, por 4 a 2, no Estádio Olímpico, pelo jogo de ida.
Sendo a principal culpada "A DIRETORIA DO CORITIBA" nao revela mas e possivel e provavel que alguem esta facilitando a saida de jogadores para que empresarios possam tirar jogadores com expressao no Coritiba para faturar dinheiro facil, gerando transferencia para clubes de Sao Paulo. onde o jogador chega e logo e descartado.
FONTE. http://www2.futebolinterior.com.br/news.php?id_news=129249
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Coritiba e Paraná unem forças e também querem uma arena
Na Itália, o San Siro-Giuseppe Meazza é a casa tanto do Milan quanto da Inter. A enorme rivalidade não impede que os rivais compartilhem o mesmo estádio. Baseado neste conceito, Coritiba e Paraná Clube decidiram unir esforços para viabilizar um estádio que possam dividir.
Rivais do futebol paranaense, os dois clubes avaliam que a ideia de compartilhar um mesmo palco de jogo pode gerar economia de R$ 5 milhões para ambos. Trata-se do valor estimado por ano com gastos de manutenção dos estádios Couto Pereira (35 mil lugares) e Durival Britto (16 mil lugares).
Mas o objetivo principal da parceria é evitar que Coritiba e Paraná Clube fiquem para trás do concorrente direto: o Atlético Paranaense. A equipe construiu a Arena da Baixada em 1999, e o estádio foi indicado para sediar jogos da Copa do Mundo de 2014. em meio à rivalidade, esse “privilégio” atleticano obriga os rivais a correrem atrás.
No caso do Coritiba, trata-se de um empreendimento em que a necessidade fala mais alto do que a rivalidade. Segundo o vice-presidente do clube, Vilson Ribeiro de Andrade, a atual casa da equipe suporta só mais dez anos do jeito que está. “O Couto Pereira, por ser um estádio construído no final dos anos 1960, começo dos 1970, já carece de constantes investimentos e melhorias, o que torna sua manutenção onerosa para o clube”, explica.
Uma reforma no Couto Pereira, hoje, não sairia por menos de R$ 100 milhões. E o que dizer da Vila Capanema, que foi construída em 1947 para sediar jogos da Copa do Mundo de 1950? Em 2006, o Paraná investiu cerca de R$ 10 milhões numa adequação do estádio ao estatuto do torcedor, mas o presidente Aquilino Romani abraçou totalmente a ideia de uma arena compartilhada com o Coritiba. “Temos que pensar nos próximos 50 anos, e esse projeto permite projetar o clube para as gerações futuras”, afirma.
O estádio seria construído com capital de um investidor – especula-se que a empreiteira Andrade Gutierrez -, que exploraria os anexos da arena, como um complexo comercial. O cálculo é que uma obra desta envergadura, para pelo menos 40 mil lugares, não sairia por menos de R$ 600 milhões. Segundo Vilson Ribeiro de Andrade, o projeto, ainda embrionário, depende de viabilizar sua engenharia econômica. “A viabilidade deste projeto teria obrigatoriamente de passar por análise financeira dos investidores, acopladas com outras soluções, como torres comerciais, hotéis e shopping”, diz.
O fato de Coritiba e Paraná se revezarem na utilização da arena permitiria que o estádios fosse plenamente usado ao longo de todo o calendário do futebol nacional. “Hoje, um dos problemas dos estádios é que eles, em alguns casos, chegam a ter só dois jogos por mês. Isso afasta qualquer investidor, pois o que ele quer é que o empreendimento tenha circulação de gente para que se viabilize economicamente”, explica Aquilino Romani.
Um passo importante para tirar o projeto do papel é definir o local em que o estádio será construído. Coritiba e Paraná sonham com a área hoje ocupada pelo desativado Pinheirão. Trata-se de um terreno de quase 65 mil metros quadrados, que hoje pertence à Federação Paranaense de Futebol, mas está penhorada por dívidas com o IPTU e o INSS.
Os dois clubes, diante das tratativas políticas para viabilizar a adequação da Arena da Baixada com recursos públicos, querem uma compensação e pedem a desoneração da área. Se conseguirem, terão movido um obstáculo importante para atrair um investidor. “Se for analisar, estamos em vantagem em relação ao Atlético. Eles têm de iniciar as obras já, para atender o cronograma da Fifa. Nós temos mais tempo. Se tudo der certo, acreditamos que em um ano as obras podem começar, com entrega prevista para 2014”, finaliza Vilson Ribeiro de Andrade.
Rivais do futebol paranaense, os dois clubes avaliam que a ideia de compartilhar um mesmo palco de jogo pode gerar economia de R$ 5 milhões para ambos. Trata-se do valor estimado por ano com gastos de manutenção dos estádios Couto Pereira (35 mil lugares) e Durival Britto (16 mil lugares).
Mas o objetivo principal da parceria é evitar que Coritiba e Paraná Clube fiquem para trás do concorrente direto: o Atlético Paranaense. A equipe construiu a Arena da Baixada em 1999, e o estádio foi indicado para sediar jogos da Copa do Mundo de 2014. em meio à rivalidade, esse “privilégio” atleticano obriga os rivais a correrem atrás.
No caso do Coritiba, trata-se de um empreendimento em que a necessidade fala mais alto do que a rivalidade. Segundo o vice-presidente do clube, Vilson Ribeiro de Andrade, a atual casa da equipe suporta só mais dez anos do jeito que está. “O Couto Pereira, por ser um estádio construído no final dos anos 1960, começo dos 1970, já carece de constantes investimentos e melhorias, o que torna sua manutenção onerosa para o clube”, explica.
Uma reforma no Couto Pereira, hoje, não sairia por menos de R$ 100 milhões. E o que dizer da Vila Capanema, que foi construída em 1947 para sediar jogos da Copa do Mundo de 1950? Em 2006, o Paraná investiu cerca de R$ 10 milhões numa adequação do estádio ao estatuto do torcedor, mas o presidente Aquilino Romani abraçou totalmente a ideia de uma arena compartilhada com o Coritiba. “Temos que pensar nos próximos 50 anos, e esse projeto permite projetar o clube para as gerações futuras”, afirma.
O estádio seria construído com capital de um investidor – especula-se que a empreiteira Andrade Gutierrez -, que exploraria os anexos da arena, como um complexo comercial. O cálculo é que uma obra desta envergadura, para pelo menos 40 mil lugares, não sairia por menos de R$ 600 milhões. Segundo Vilson Ribeiro de Andrade, o projeto, ainda embrionário, depende de viabilizar sua engenharia econômica. “A viabilidade deste projeto teria obrigatoriamente de passar por análise financeira dos investidores, acopladas com outras soluções, como torres comerciais, hotéis e shopping”, diz.
O fato de Coritiba e Paraná se revezarem na utilização da arena permitiria que o estádios fosse plenamente usado ao longo de todo o calendário do futebol nacional. “Hoje, um dos problemas dos estádios é que eles, em alguns casos, chegam a ter só dois jogos por mês. Isso afasta qualquer investidor, pois o que ele quer é que o empreendimento tenha circulação de gente para que se viabilize economicamente”, explica Aquilino Romani.
Um passo importante para tirar o projeto do papel é definir o local em que o estádio será construído. Coritiba e Paraná sonham com a área hoje ocupada pelo desativado Pinheirão. Trata-se de um terreno de quase 65 mil metros quadrados, que hoje pertence à Federação Paranaense de Futebol, mas está penhorada por dívidas com o IPTU e o INSS.
Os dois clubes, diante das tratativas políticas para viabilizar a adequação da Arena da Baixada com recursos públicos, querem uma compensação e pedem a desoneração da área. Se conseguirem, terão movido um obstáculo importante para atrair um investidor. “Se for analisar, estamos em vantagem em relação ao Atlético. Eles têm de iniciar as obras já, para atender o cronograma da Fifa. Nós temos mais tempo. Se tudo der certo, acreditamos que em um ano as obras podem começar, com entrega prevista para 2014”, finaliza Vilson Ribeiro de Andrade.
Metropolitano vence o Coritiba por 1 a 0 em jogo-treino
No primeiro jogo sobre o comando do técnico Mauro Ovelha, o Metropolitano venceu o Coritiba por 1 a 0, nesta quarta-feira, dia 26, em Curitiba. O atacante Jackson fez o gol da vitória do Metrô no CT do Coxa..
Mauro Ovelha pode conhecer um pouco mais do elenco que irá disputar a sequência da Copa Santa Catarina e a Série D. A equipe paranaense jogou com uma equipe mista, já que havia jogado na última terça, em Joinville, pela Série B.
Mauro Ovelha pode conhecer um pouco mais do elenco que irá disputar a sequência da Copa Santa Catarina e a Série D. A equipe paranaense jogou com uma equipe mista, já que havia jogado na última terça, em Joinville, pela Série B.
Nossa Saude.
Antes da vitória por 2 a 1 sobre o Brasiliense, o Coritiba apresentou a sua nova parceria. Trata-se da empresa de planos de saúde Nossa Saúde. O acordo torna o grupo médico responsável por jogadores, comissão técnica e funcionários do clube.
"Esta parceria combina com nosso ideal de estar lado a lado com empresas respeitadas em seus segmentos. A Nossa Saúde em especial é uma instituição paranaense, respeitada e será nossa parceira em nossas próximas conquistas", afirmou o vice-presidente, Vilson Ribeiro de Andrade.
E o sócio-torcedor do Coritiba também terá vantagens. Quem tiver interesse, pode utilizar serviços do Nossa Saúde, como consultas, exames, cirurgias, internações, rede de médicos especialistas e emergências com um desconto de 15% a 30%.
"Buscamos uma relação duradoura, com benefícios para nossos atletas amadores e profissionais. E temos também esta novidade que nos deixa muito satisfeitos, os benefícios que nosso parceiro dará aos nossos associados", completou Vilson Ribeiro.
"Esta parceria combina com nosso ideal de estar lado a lado com empresas respeitadas em seus segmentos. A Nossa Saúde em especial é uma instituição paranaense, respeitada e será nossa parceira em nossas próximas conquistas", afirmou o vice-presidente, Vilson Ribeiro de Andrade.
E o sócio-torcedor do Coritiba também terá vantagens. Quem tiver interesse, pode utilizar serviços do Nossa Saúde, como consultas, exames, cirurgias, internações, rede de médicos especialistas e emergências com um desconto de 15% a 30%.
"Buscamos uma relação duradoura, com benefícios para nossos atletas amadores e profissionais. E temos também esta novidade que nos deixa muito satisfeitos, os benefícios que nosso parceiro dará aos nossos associados", completou Vilson Ribeiro.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Copel deve apresentar proposta de patrocínio para o Coritiba.
A promessa feita pelo governador Orlando Pessuti, de que haveria ajuda aos clubes de futebol da capital, está prestes a se concretizar. Nos próximos dias, uma proposta de patrocínio nas camisas de Atlético, Coritiba e Paraná Clube será apresentada pela Copel - a companhia de energia elétrica do Paraná.
A parceria com os clubes já estaria na mesa do presidente da estatal, Ronald Ravedutti, e valeria para a disputa do Campeonato Brasileiro. Seriam R$ 10 milhões, sendo R$ 5 milhões para o Atlético e R$ 2,5 milhões para Coritiba e R$ 2,5 milhões para o Paraná Clube.
Segundo a assessoria de imprensa da Copel, só quem pode falar sobre o assunto é o presidente, que ontem não se encontrava em São Paulo. O Paraná Online tentou contato com Ravedutti, mas não obteve retorno. Sabe-se que hoje ele estará no Rio de Janeiro.
Coincidentemente, o presidente do Paraná Clube, ontem à noite, depois do jogo Duque de Caxias 1 x 5 Paraná, disse que ficaria no Rio para uma reunião hoje. “Ficarei por aqui, pois amanhã (hoje) tenho reuniões para conseguir um patrocínio forte para o Paraná, que vai nos dar um fôlego financeiro”, disse Aquilino Romani.
Há cerca de 20 dias, o governador Orlando Pessutti trouxe à tona a ideia de poder ajudar os principais clubes do Estado. “A gente vê isso ocorrer em outros estados, por que não fazer isso aqui? No Rio Grande do Sul o Banrisul (banco estatal gaúcho) patrocina Grêmio e Internacional e vamos estudar fazer algo semelhante aqui”, afimou.
No domingo, no programa esportivo Gol de Ouro, da TV Educativa, o governador voltou a tocar no assunto, citando, inclusive, o nome da Copel. “A Copel é nossa principal empresa e pode fazer uma boa parceria com nossos clubes”, disse.
Especula-se que possa ocorrer uma reunião na próxima sexta-feira, entre diretores da Copel, do governo do Estado e de Atlético, Coritiba e Paraná Clube para alinhavar o contrato. Sabe-se que o vice-presidente alviverde, Vilson Ribeiro de Andrade, vai tentar barganhar um valor mais alto para o clube.
No MINIMO o valor do patrocinio ao Coritiba tem que ser igual ao do Atletico, eu disse no MINIMO.
Fonte: paranaonline
A parceria com os clubes já estaria na mesa do presidente da estatal, Ronald Ravedutti, e valeria para a disputa do Campeonato Brasileiro. Seriam R$ 10 milhões, sendo R$ 5 milhões para o Atlético e R$ 2,5 milhões para Coritiba e R$ 2,5 milhões para o Paraná Clube.
Segundo a assessoria de imprensa da Copel, só quem pode falar sobre o assunto é o presidente, que ontem não se encontrava em São Paulo. O Paraná Online tentou contato com Ravedutti, mas não obteve retorno. Sabe-se que hoje ele estará no Rio de Janeiro.
Coincidentemente, o presidente do Paraná Clube, ontem à noite, depois do jogo Duque de Caxias 1 x 5 Paraná, disse que ficaria no Rio para uma reunião hoje. “Ficarei por aqui, pois amanhã (hoje) tenho reuniões para conseguir um patrocínio forte para o Paraná, que vai nos dar um fôlego financeiro”, disse Aquilino Romani.
Há cerca de 20 dias, o governador Orlando Pessutti trouxe à tona a ideia de poder ajudar os principais clubes do Estado. “A gente vê isso ocorrer em outros estados, por que não fazer isso aqui? No Rio Grande do Sul o Banrisul (banco estatal gaúcho) patrocina Grêmio e Internacional e vamos estudar fazer algo semelhante aqui”, afimou.
No domingo, no programa esportivo Gol de Ouro, da TV Educativa, o governador voltou a tocar no assunto, citando, inclusive, o nome da Copel. “A Copel é nossa principal empresa e pode fazer uma boa parceria com nossos clubes”, disse.
Especula-se que possa ocorrer uma reunião na próxima sexta-feira, entre diretores da Copel, do governo do Estado e de Atlético, Coritiba e Paraná Clube para alinhavar o contrato. Sabe-se que o vice-presidente alviverde, Vilson Ribeiro de Andrade, vai tentar barganhar um valor mais alto para o clube.
No MINIMO o valor do patrocinio ao Coritiba tem que ser igual ao do Atletico, eu disse no MINIMO.
Fonte: paranaonline
Luciano Amaral deixa o Coritiba.
O brasileiro Luciano Amaral vai reforçar a defesa do Marítimo na próxima época. O lateral-esquerdo, de 27 anos, representou de 2007 a 2009 o V. Guimarães e depois esteve no América e Coritiba. Agora regressa a Portugal e preenche a vaga deixada em aberto por Taka, que voltou ao Japão. Vai concorrer com Alonso pela titularidade no onze de Van der Gaag.
Fonte: www.record.xl.pt
Fonte: www.record.xl.pt
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